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Controle os gastos para evitar brigas

Dividir o amor e também as finanças: especialista traz dicas aos casais

Publicado em: 30.11.2021 às 06:15

Um assunto que deve ser tratado com disciplina e equilíbrio em um relacionamento é a administração conjunta das finanças. Stella Azulay, fundadora da Escola de Pais XD, educadora parental e especialista em análise de perfil e neurociência comportamental, ressalta que, desde o início do casamento, é fundamental criar um planejamento orçamentário.

Situação financeira fora de controle pode prejudicar o relacionamento
Situação financeira fora de controle pode prejudicar o relacionamento Foto: Adobe Stock

Isso evita um dos maiores motivos de brigas e de divórcios entre os casais ao longo dos anos, situação cada vez mais frequente. O segundo semestre de 2020 registrou o maior número de dissoluções matrimoniais desde o início do processo de divórcio em Cartório, em 2007: 43.859 divórcios extrajudiciais no País.

Mais do que dividir as contas, esse engajamento deve incluir transparência total entre o casal quantos às despesas e os rendimentos, de modo que não haja surpresas negativas no final do mês, diz a especialista.

"Se uma pessoa acabar gastando mais do que o previsto, é preciso que sinalize isso ao outro, para que uma compensação possa ser feita sem comprometer o resultado orçamentário esperado. O casal deve ter parceria, mesmo se não tiverem conta conjunta", indica.

Como organizar as despesas de forma justa para os dois?

Muitos casais preferem não ter conta conjunta, e cada um lida com seu rendimento da forma que achar melhor. De qualquer modo, há uma série de despesas que são de responsabilidade de ambos, como contas da casa (luz, água, condomínio, IPTU). Com filhos, a situação é a mesma: as despesas são dos dois.

"A forma mais correta de organizar o orçamento doméstico é tratar as receitas e despesas de forma consolidada, independentemente de um cônjuge ganhar mais do que o outro. É importante fazer o somatório do total de rendimentos do casal e dividir os gastos de modo proporcional, para que cada um fique responsável pelo pagamento de um grupo de despesas, visando o atingimento da meta orçamentária mensal e anual", diz.

Trate com leveza

É preciso também controle do que entra e sai, com um acompanhamento rotineiro do extrato bancário, do fluxo de caixa, da fatura do cartão e dos investimentos. "Se falar em dinheiro resulta em aborrecimento, significa que o casal não está em sintonia com a forma como o dinheiro está sendo lidado. Sendo assim, é hora de parar e rever o que está errado, ou o que está incomodando um ou outro", alerta.


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