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Cotidiano | Viver com saúde

Calma é um dos resultados em São Leopoldo

Última atualização: 16.11.2019 às 10:00

De olhos fechados ou não, Isaías, Maristela e Jane são orientados pela professora Dalva Foto: Fotos Inézio Machado/GES
Para o advogado Isaías Rosin, 56 anos, meditar é buscar consciência de seu papel no mundo frente às adversidades. "Quanto mais eu venho, mais centrado e equilibrado eu fico", conta. Já a educadora física Maristela Rosa, 48, cita que a prática ajuda nos conflitos. "Trânsito era o ápice do meu estresse, hoje eu deixo o outro carro passar sem buzinar", comenta. Calma no dia a dia também foi a busca da designer de interiores Jane Machnacz, 37. "Meditar me ajudou muito, hoje sinto que meus picos de rompantes, principalmente quando vejo uma injustiça, diminuíram muito", conta a praticante há um mês e meio. Os três moradores de São Leopoldo contaram sua experiência pouco antes do início da aula de espiritualidade prática, ministrada pela professora de Raja Yoga, Dalva Bortolotto, 58. Meditação é parte de sua rotina há 20 anos. "Não é preciso esvaziar a mente, primeiramente é preciso acalmá-la e depois ocupá-la com bons pensamentos. Orientamos a pensar sobre o eu original e as virtudes de paz, amor e felicidade", explica. Ela lembra que, para quem está começando, todo minuto é válido, desde que se torne uma prática diária.

 


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