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Sétima das Artes
Animação

Animação brasileira a caminho do Oscar?

O longa O Menino e o Mundo vence principal festival de animação na França e vira candidato ao Oscar
17/06/2014 11:17 17/06/2014 11:20

O Menino e o MundoO Menino e o Mundo, longa de animação feito no Brasil, foi pouco visto em sua terra natal. Estreou no dia 17 de janeiro deste ano em apenas 12 salas e foi visto por um diminuto público de 23 mil pessoas. 

A delicada história que mistura diferentes técnicas de animação, porém, ganha cada vez mais destaque no exterior. No último sábado, foi premiado duplamente no Festival Internacional de Animação de Annecy, na França: recebeu o Prêmio Cristal de melhor filme pelo júri oficial e o de melhor filme pelo júri popular.

Com esta premiação, O Menino e o Mundo passa a ser considerado forte candidato ao Oscar de Melhor Longa de Animação do ano que vem. Caso aconteça, seria um feito espetacular para o cinema brasileiro, especialmente o cinema de animação.
 
A história do cinema animado no Brasil é longa, ainda que inconstante. Somente nesta década (em especial a partir do ano passado) é que a produção de longas têm sido mais significativa em termos de volume.
 
Um exemplo disso é o próprio Festival de Annecy: até 2013, nenhum filme nacional jamais tinha participado da competição. Nosso primeiro representante foi Uma História de Amor e Fúria, que também ganhou ao prêmio de melhor filme (ou seja, a animação brasileira é bicampeã no evento).

O Menino e o Mundo começou a ser produzido oficialmente em 2010 pelo diretor Alê Abreu, usando técnicas simples de desenho com giz de cera. Foram alguns anos de trabalho para o filme ser finalizado. Talvez a partir de agora ele seja reconhecido no país onde ele foi realizado.

Em tempo: ainda em 2014 devem estrear pelo menos mais três longas no formato, incluindo dois gaúchos: As Aventuras do Avião Vermelho e Até que a Sbórnia nos Separe
 
 
 
Jornal NH

Sétima das Artes

por Ulisses Costa
setimadasartes@ziptop.com.br

Ulisses da Motta Costa é cineasta, professor e crítico. Dirigiu os curtas O Gritador (2006), Ninho dos Pequenos (2009), Kassandra (2013) e Luz Natural (2014), além de documentários, clipes e programas para TV. Considera o cinema uma desculpa para grandes aventuras e já filmou nos locais e condições mais improváveis. Até fez mochilão para o Rio de Janeiro para ser assistente de direção no curta Os Olhos de Cecília. Ministra oficinas e palestras sobre cinema para alunos do Ensino Médio e orientou a realização de inúmeros trabalhos escolares em vídeo. Atualmente, está envolvido em projetos de longa-metragem como roteirista e como preparador de elenco. Escreve o Sétima das Artes desde 2007 e também para a Like Magazine.

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