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Piratini estuda possibilidade de criar Programa Estadual de Transferência de Renda

Auxílio entraria em vigor quando programa federal estiver concluído. Leite informa que é preciso estudar possíveis fontes de renda

Por Débora Ertel
Última atualização: 21.05.2020 às 15:29

Foto por: Reprodução/Facebook
Descrição da foto: Governador Eduardo Leite falou na tarde desta quinta-feira em entrevista on-line

Apesar de o governo gaúcho enfrentar a pior crise econômica da sua história, o Piratini estuda a possibilidade de criar um Programa Estadual de Transferência de Renda, a exemplo do que fez o governo federal com o auxílio emergencial de 600 reais. Segundo Eduardo Leite, o Piratini estuda de que maneira e quais são as fontes possíveis para auxiliar, em caráter emergencial, as famílias gaúchas mais carentes.

De acordo com o governador, a Secretaria Estadual de Planejamento mapeou que existem 1,6 milhão de pessoas beneficiadas pela ajuda de 600 reais da União, o que representa 14,8% da população. Destes, 40% são trabalhadores informais e 85 mil são mães solteiras.

“A perda de renda dos gaúchos pode chagar a R$ 9,1 bilhões num cenário mais alarmante. Por isso estamos estudante como seria possível para o governo do Estado criar um programa de transferência de renda”, disse. Essa ajuda só entraria em vigor quando o auxílio da União deixasse de vigorar.

O governo estima que as perdas de arrecadação, nos últimos dois meses, cheguem a R$ 1,7 bilhão. Por conta disso, Leite reforçou que é de suma importância o aporte financeiro prometido pelo governo federal aos estados e municípios. Inclusive, na manhã desta quinta-feira os governadores tiveram uma videoconferência com o presidente Jair Bolsonaro e existe a expectativa que ele sancione o projeto de lei ainda nesta quinta-feira. No entanto, o pagamento dos R$ 500 milhões projetados par ao Rio Grande do Sul não deve ser imediato, pois depende da operacionalização do Ministério da Economia. Conforme o chefe do Executivo, ele conta com o depósito do recurso da União para quitar a folha de abril de 48% dos servidores gaúchos.

Leite ainda salientou que os governadores apoiaram Bolsonaro no propósito de não reajustar os salários dos servidores públicos diante da crise econômica que enfrenta o País e o mundo. O governador gaúcho também pediu que o presidente faça os repasses referentes à Lei Kandir.

Por fim, ele comunicou que as lives serão realizadas somente às segundas e quintas-feiras. Além disso, o governador pediu que os devotos de Nossa Senhora de Caravagio, festa religiosa que é comemorada em 26 de maio, não façam procissão até os santuários, mas cultivem sua fé em casa.


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