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Notícias | Especial Coronavírus Luto

Morte de assistente social de 38 anos por Covid-19 causa comoção em São Leopoldo

Lucirene Alves Leite era presidente do Conselho Municipal de Assistência Social e atuava nas instituições Talitha Kum e Instituto Lenon Joel pela Paz

Publicado em: 20.12.2020 às 21:30 Última atualização: 20.12.2020 às 21:57

Assistente social Lucirene Alves Leite, de 38 anos, morre por Covid-19 Foto: Reprodução
O falecimento da presidente do Conselho Municipal de Assistência Social de São Leopoldo, Lucirene Alves Leite, de 38 anos, devido à complicações decorrentes da Covid-19, gerou uma onda de solidariedade e manifestações emocionadas neste domingo (20). Lucirene completaria 39 anos no próximo dia 31 de dezembro e seu mandato à frente do conselho iria até junho do ano que vem.

Segundo a Prefeitura, a assistente social foi internada no dia 25 de novembro no Hospital de Cidreira. Em 27 de novembro, foi internada no Hospital de Santo Antônio da Patrulha. No dia 30, ela foi transferida para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Tramandaí, onde faleceu neste domingo. O velório ocorre nesta segunda-feira (21), na capela seis do Cemitério São Vicente Canoas, das 13 às 14 horas.

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“Hoje a luta dos direitos sociais está triste. Perdemos Lucirene Alves Leite. Trabalhou muito na defesa dos mais humildes e da vida”, escreveu o prefeito Ary Vanazzi em uma rede social. A Prefeitura emitiu uma nota de pesar ressaltando a atuação da servidora junto à população vulnerável. “Lucirene tinha uma preocupação especial com os trabalhadores da assistência social justamente por conviverem com um público que precisa de mais cuidado durante a pandemia.”

Lucirene era assistente social nas instituições Talitha Kum e Instituto Lenon Joel pela Paz. “Lu dedicou sua vida para lutar pelos que mais precisam de assistência. Ela sempre será lembrada por sua paixão, determinação, amor ao próximo e devoção”, destacou a nota da entidade Talitha Kum no Facebook.

“O que sempre me marcou foi sua atuação, dedicação com a política de Assistência Social e, em especial, tinha preocupação com os trabalhadores da Assistência por também serem profissionais de frente nessa pandemia. Sempre preocupada para que usassem os EPIs, que não parassem os serviços e que a população fosse atendida em suas necessidades junto aos Centros de Referência e Assistência Social (CRAS) e Organizações da Sociedade Civil, onde trabalhou grande parte de sua vida profissional”, recordou Fábio Bernardo da Silva, coordenador da AMMEP e integrante do Fórum dos Direitos da Criança e do Adolescente (Fórum DCA).oronavírus

 

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