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Notícias | Mundo Praga

Argentina monitora chegada de quarta nuvem de gafanhotos

Tempo quente e fortes ventos favorecem a movimentação dos insetos

Publicado em: 01.08.2020 às 16:04 Última atualização: 01.08.2020 às 18:14

Primeira nuvem de gafanhotos foi eliminada há cerca de uma semana Foto: Senasa/Argentina
A chegada de uma quarta nuvem de gafanhotos é monitorada pelo governo argentino. O Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar (Senasa) explica que, além da nuvem já eliminada, existem duas no norte do país e uma outra chegando rapidamente. As informações são do Canal Rural.

A movimentação da praga se deve ao tempo quente e aos ventos fortes. Estas condições "devem favorecer deslocamentos das duas nuvens em Formosa, rumo ao Chaco e Salta, enquanto outro grupo de insetos se aproxima pela fronteira com Bolívia e Paraguai”, afirmam relatórios da Senasa.

Na sexta-feira, a entidade argentina emitiu alerta para as províncias do Chaco e do noroeste do país (principalmente Salta) sobre a provável movimentação, no final de semana, das duas nuvens que estão na província de Formosa.com o vento soprando a oeste e sudoeste pode levar os gafanhotos para as províncias vizinhas.

Quarta nuvem

Técnicos da Senasa avaliam neste sábado a possibilidade de chegada dos insetos ao país. A praga se movimenta pelo norte, na região da tríplice fronteira com o Paraguai e a Bolívia. Ela estaria acima da província de Salta e, caso atravessasse a fronteira, seria mais uma nuvem no território argentino desde maio, contado a que foi extinta junto ao Uruguai e Brasil.

#Langosta #Alerta para la provincia del #Chaco y la región del #NOA por posibles desplazamientos de la plaga en los próximos días debido a las altas temperaturas pronosticadas y vientos previstos. pic.twitter.com/S5fqe0qfVE

Brasil

Com a previsão de que o vento siga soprando para oeste, a tendência é de que a nova nuvem de gafanhotos não venha para o Brasil. 

No Brasil, o estado de alerta se iniciou em junho com uma nuvem de gafanhotos que foi eliminada somente há cerca de uma semana em Entre Rios, circulando por cerca de um mês na província de Corrientes, próximo à fronteira com o RS.

O Ministério da Agricultura decretou emergência fitossanitária pelo prazo de um ano.


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