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Notícias | Novo Hamburgo Falta de luz e goteiras

Comunidade escolar protesta e pede melhorias para Colégio Estadual Vila Becker

Grupo de alunos, pais e ex-alunos cobram Estado por soluções para falta de luz, furtos e goteiras

Publicado em: 22.05.2021 às 12:43 Última atualização: 22.05.2021 às 15:00

Comunidade escolar protesta e pede melhorias para Colégio Estadual Vila Becker Foto: Luiz Henrique Becker/Cpers

Familiares, alunos e ex-alunos do Colégio Estadual Vila Becker, de Novo Hamburgo, protestaram em frente à escola na manhã deste sábado (22). O grupo pede melhorias para a instituição, que sofre com falta de luz, furtos e goteiras. Nos cartazes, os manifestantes defendiam "luz elétrica sem gambiarra" e cobravam uma solução do governador Eduardo Leite. Eles também levaram velas para representar a impossibilidade de ter aula às escuras. A Secretaria Estadual de Educação (Seduc), por meio da assessoria de imprensa, informa que já iniciou a abertura de um processo para a realização da reforma elétrica.

A diretora do Vila Becker, Bernadete Fasolo, explica que a manifestação foi liderada por pais de estudantes do 8º ano, cujos filhos, que estudavam em escolas municipais, sequer puderam frequentar a escola. Ela conta que, com exceção do setor administrativo, todo o colégio está sem luz porque a fiação foi furtada.

"A escola é extremamente grande, são 17 turmas, do 8º ano ao 3º ano do Ensino Médio. Como nossa escola é grande e está no meio do mato, o pessoal resolveu entrar via mato e roubar os ventiladores. Com o tempo, foram ficando mais corajosos e começaram a furtar os fios dos postes", relata.

Bernadete afirma que já entrou em contato com o Estado e que, nesta semana, um engenheiro esteve na escola para dar andamento aos trabalhos de melhoria necessários.

Conforme a Seduc, a obra de reforma elétrica e substituição dos fios que foram furtados será realizada por meio de dispensa de licitação e a 2ª Coordenadoria Regional de Obras Públicas (Crop) já realizou a vistoria para a coleta de três orçamentos. Em relação à segurança da escola, foi encaminhada uma solicitação para reforma da casa do PM Residente.

Desde setembro do ano passado, segundo o Cpers-Sindicato, o colégio, localizado no bairro Operário, é alvo de inúmeros arrombamentos e furtos – com seis casos em um intervalo de oito dias. O sindicato dos professores alega que a escola enfrenta "falta de segurança estrutural e sanitária, além da carência de funcionários, condições que impedem qualquer possibilidade de retorno às aulas presenciais".

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