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Notícias | Novo Hamburgo NOVO HAMBURGO

Redução do preço da gasolina começa a chegar às bombas no primeiro dia útil do ano

Com o novo ICMS, expectativa é de diminuição de 44 centavos por litro. Redução deve ser adotada pelos postos de forma gradativa

Publicado em: 03.01.2022 às 13:09 Última atualização: 03.01.2022 às 16:45

Após um fim de semana sem alterações nas bombas, o preço da gasolina começa a ser reajustado em alguns postos de Novo Hamburgo nesta segunda-feira (3), primeiro dia útil de 2022. A redução já era esperada para a virada do ano, quando passou a vigorar a nova alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), com queda de 30% para 25%.

Nesta manhã, o preço médio na cidade, que até domingo (2) era de R$ 6,57, passou a girar em torno de R$ 6,27. Procurando bem, já é possível encontrar gasolina comum por R$ 6,05 o litro.

Preço do litro da gasolina era encontrado a R$ 6,05 em Novo Hamburgo nesta segunda
Preço do litro da gasolina era encontrado a R$ 6,05 em Novo Hamburgo nesta segunda Foto: João Linden/GES-Especial

Em alguns postos da cidade, preço do litro da gasolina caiu para R$ 6,17
Em alguns postos da cidade, preço do litro da gasolina caiu para R$ 6,17 Foto: João Linden/GES-Especial

Alguns estabelecimentos praticam preços diferenciados para consumidores que abastecem por meio de aplicativos das bandeiras dos postos. E, por vezes, há também diferença entre o preço da gasolina comum e da aditivada.

A expectativa é de que a diminuição, como reflexo do novo ICMS, chegue a 44 centavos em postos da Região Metropolitana de Porto Alegre. A redução, porém, deve ser adotada pelos estabelecimentos de forma gradativa. Por ora, a queda observada é de aproximadamente 30 centavos por litro em Novo Hamburgo.

Estoque

O Sulpetro, sindicato que representa os postos de combustíveis, ressalta que não interfere nos preços praticados pelos estabelecimentos. A entidade explica por meio de sua assessoria de imprensa, contudo, que uma eventual alteração de valores leva em consideração uma série de fatores, como os estoques, por exemplo.

A Secretária da Fazenda (Sefaz) do Estado usa o mesmo argumento para justificar o intervalo entre a queda do ICMS a a baixa de preço para o consumidor final. "O combustível que está nas bombas agora fora comprado com o ICMS de 2021", explica a assessoria da Sefaz.

"Muitos postos receberão cargas a partir de segunda-feira (3). Uma mudança de preços dependerá dos custos de aquisição pago pelos postos e suas respectivas estratégias de mercado", acrescentou a Sulpetro.

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