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Notícias | País ECONOMIA

Senado aprova desoneração da folha por mais dois anos

Medida beneficia 17 setores econômicos que mais empregam no País; Texto segue para sansão do presidente Jair Bolsonaro

Publicado em: 09.12.2021 às 18:58 Última atualização: 09.12.2021 às 19:05

Na tarde desta quinta-feira, o Senado Federal aprovou o projeto de lei que prorroga por mais dois anos a desoneração da folha para 17 setores da economia que mais empregam no Brasil. Agora o texto do PL 2541/2021 segue para sanção do presidente Jair Bolsonaro.

Senado Federal aprovou o projeto de lei que prorroga por mais dois anos a desoneração da folha para 17 setores da economia que mais empregam no Brasil
Senado Federal aprovou o projeto de lei que prorroga por mais dois anos a desoneração da folha para 17 setores da economia que mais empregam no Brasil Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
Com a medida as empresas poderão substituir a contribuição previdenciária, de 20% sobre os salários dos empregados, por uma alíquota sobre a receita bruta, que varia entre 1% e 4,5%. Setores da indústria têxtil, calçados, comunicação, construção civil, transporte rodoviário e entre outros, serão beneficiados.

A Associação Brasileira das Indústrias e Calçados (Abicalçados) comemorou a notícia. Para o presidente-executivo da entidade, Haroldo Ferreira, a aprovação foi um passo fundamental para que o setor calçadista siga gerando postos de trabalho neste momento de retomada econômica. Dados elaborados pela entidade apontam que, entre janeiro e outubro, foram gerados mais de 37 mil empregos na atividade, totalizando mais de 282 mil pessoas empregadas diretamente no setor. “Existe uma sensibilidade da maior parte do parlamento e do Governo de que o imposto sobre a folha de pagamentos prejudica a geração de empregos no Brasil”, avalia, ressaltando o compromisso de Bolsonaro com a sanção da medida.

Segundo Ferreira, a não renovação da desoneração da folha geraria um custo tributário extra de mais de R$ 600 milhões por ano somente no setor calçadista e colocaria em risco milhares de empregos. “Além de estancar a geração de postos, ocasionaria demissões”, diz. No entanto, o executivo ressalta que apesar da vitória no Senado, ainda é preciso aguardar a sanção do Presidente da República. 

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