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Notícias | Região Investigação

Polícia segue investigando abandono de recém-nascida em Canoas

Criança segue internada no Hospital Universitário (HU) e passa bem

Última atualização: 13.04.2020 às 10:16

O caso chocou Canoas neste final de semana. Não é para menos. Uma recém-nascida foi abandonada em uma parada de ônibus da Avenida Santos Ferreira, no bairro Estância Velha. A menina medindo 49 centímetros e pesando três quilos continua internada no Hospital Universitário (HU). Ela passa bem, segundo a assessoria da administração municipal.

Desde que a neném fora encontrada, no último sábado (11), a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) apura o paradeiro da mãe da criança. A Polícia Civil informou neste domingo (12) ter encontrado um casal que seria suspeito do abandono da vulnerável.

A Brigada Militar (BM) recebeu a informação pelo 190 que havia uma recém-nascida abandonada em uma parada de ônibus. Os brigadianos correram para o local e resgataram a pequena, que foi levada pelo Samu para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Boqueirão e logo depois para o Hospital Universitário. Os policiais saíram em busca justamente do suposto casal que teria sido o primeiro a achar a bebê. Afinal, eles não permaneceram no local e eram tidos como suspeitos. A suspeita, contudo, caiu por terra logo que foram encontrados. "A mulher está até grávida, logo não pode ser a mãe daquela neném", explica o delegado Pablo Rocha, que conduz a investigação.


Nenê foi amamentada antes do abandono

De acordo com o delegado, nada justifica o abandono da menina. "É uma criança perfeita. Ela está apenas com um machucadinho na cabeça, que pode ser do parto ou mesmo do momento em que foi largada no chão", frisa. "Fora isso, não dá para imaginar qualquer razão para este abandono. É interesse da Polícia Civil encontrar esta mãe", completa, apontando também ter a informação de que a bebê foi amamentada antes de ser abandonada. "Ela não tinha nem um dia de vida quando foi largada e já havia sido amamentada, conforme apontaram os médicos."

Colabore com a investigação e denuncie

Até agora, já foram ouvidas quatro testemunhas relacionadas com o crime. A Polícia Civil está pedindo colaboração de qualquer um que tenha informações sobre o caso. A denúncia pode ser feita pelo (51) 9-8459-0259 ou através do WhatsApp (51)98519-0943. "Qualquer informação pode ser de grande ajuda na investigação", conclui o delegado.


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