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Notícias | Região Quadrilha especializada

Desaparecimento e morte: dois são presos por envolvimento em assassinato

Corpo de jovem de 24 anos, morador de Canoas, foi encontrado em 18 de fevereiro em área rural de Taquara, no Vale do Paranhana

Por Diário de Canoas
Última atualização: 29.05.2020 às 12:44

Crime ocorreu em fevereiro e teve suspeitos presos pela Homicídios de Canoas Foto: Divulgação/PC
A delegacia de Homicídios e proteção à pessoa de Canoas (DPHPP/CANOAS) prendeu mais dois integrantes de uma quadrilha especializada em assassinatos na cidade. O fio da meada para as capturas recentes foi a investigação que teve início após o registro de ocorrência de desaparecimento de R. R. S. (24 anos) em 31 de janeiro de 2020.

O corpo queimado foi localizado em uma área rural de Taquara, no Vale do Paranhana, em 18 de fevereiro. Os policiais localizaram as cinzas dos objetos utilizados para queimar o corpo e os restos mortais da vítima em uma cova localizada próximo ao local. A equipe também localizou um relógio, que familiares reconheceram como sendo da vítima.

A vítima tinha sido vista pela última vez quando saiu de casa em seu carro para ir em uma festa com conhecidos no Litoral Norte. No entanto, o jovem nunca chegou no destino.

Por determinação judicial foram presos os dois últimos integrantes dessa quadrilha.Foi preso em sua residência um homem reconhecido como o motorista do veículo que foi buscar a vítima na noite do crime, e levou para o sítio onde a vítima foi executada.

Também foi presa uma mulher, namorada de um dos primeiros presos, esta por sua vez, estava no sítio quando o namorado e os outros comparsas chegaram com a vítima e a levaram para o matagal. A mulher contou para a polícia que ouviu os tiros e sabia que quem havia morrido era R.R.S. Mesmo sabendo do fato, permaneceu no sítio juntos com os autores ocultando o local e o fato das autoridades policiais.

Logo nos primeiros dias de investigação os suspeitos foram identificados. O veículo utilizado pelos criminosos também. A partir daí o trabalho foi o de cartografar a rota utilizada pelos criminosos, bem como os prováveis destinos dos criminosos.

Conforme o diretor da Segunda Delegacia de Polícia Regional Metropolitana, Mario Souza, “A delegacia de homicídios de Canoas vem empregando meios tecnológicos para qualificar a investigação de homicídios”. Os presos foram encaminhados ao sistema prisional.



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