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Notícias | Região Luto

Ministra de Igreja Católica de Portão morre atropelada na RS-240

Rosa Terezinha Leal Pietrowski, de 64 anos, seguia para a missa quando foi atingida por veículo

Por Juliana Flor
Publicado em: 18.06.2021 às 07:39 Última atualização: 18.06.2021 às 07:55

Rosa Terezinha Leal Pietrowski tinha 64 anos Foto: Facebook/Reprodução
A comunidade católica de Portão está de luto. Entre o final da tarde e o início da noite desta quinta-feira (17), a ministra de Eucaristia da Paróquia Nossa Senhora das Graças, Rosa Terezinha Leal Pietrowski, de 64 anos, morreu em acidente de trânsito. Rosa, que todas as quintas-feiras servia na missa, foi atropelada no momento em que atravessava pela faixa de segurança a RS-240, no quilômetro 8. A ocorrência foi registrada 18h30.

O condutor da Volkswagen Saveiro, com placas de São Leopoldo, relatou aos policiais do Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM), do posto de Portão, que não teve tempo de frear. O relato foi corroborado pelo passageiro do veículo.

Segundo o motorista, o retrovisor da Saveiro atingiu a idosa e outro carro teria a atropelado. Contudo, as informações são preliminares e o caso será investigado pela Polícia Civil.

O corpo deve ser liberado até o meio-dia pelo Instituto Médico Legal (IML).

'Sempre pronta para ajudar'

Casada, com três filhos e um neto, a morte de Rosa causou grande comoção na comunidade.

A jornalista Débora Ertel conta que ela estava sempre pronta para ajudar. "Não tinha tempo ruim com a Rosa. Desde que assumimos (Débora e o marido) a coordenação da Comunidade São Miguel sempre estava pronta a ajudar. Mas ela já fazia isso antes! Nesta pandemia, para quantas vidas a dona Rosa fez a diferença. Levava Jesus Eucarístico aos doentes, levava o padre para as famílias sem esperança, pedia doações aos pobres, entregava o envelope do dízimo, vendia cartões de pastel e de galeto. Quantas vezes, com a maior paciência do mundo, ensinou aos nossos filhos o ofício de coroinha e ria das suas sapequices. Quantas vezes foi uma palavra de fé para os meus sogros. Por isso tudo sei que a dona Rosa já está no céu. Vai fazer muita falta na Igreja Católica, pois ela era sal na terra e luz no mundo."

Rosa atuava nas comunidades Santo Antônio e São Miguel, sendo que o trabalho com as famílias era junto à comunidade São Miguel, pois era onde morava.

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