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Notícias | Região OPERAÇÃO ARCA

Traficantes vendiam animais silvestres por R$ 2,5 mil pelas redes sociais

Mais de 230 policiais fazem buscas em Novo Hamburgo e outras 13 cidades dos vales do Sinos, Caí e região metropolitana na manhã desta quinta-feira

Publicado em: 25.11.2021 às 07:31 Última atualização: 25.11.2021 às 07:35

Uma megaoperação faz buscas contra quadrilha que vende animais silvestres pelas redes sociais na manhã desta quinta-feira (25) em 14 cidades dos vales do Sinos, Caí e outras cidades da região metropolitana.

A ação ocorre em Porto Alegre, Gravataí, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Cachoeirinha, Viamão, Minas do Leão, Barra do Ribeiro, Canoas, Sapucaia do Sul, Parobé, Portão, São Sebastião do Caí e Alvorada.

Entre os animais, os traficantes negociavam aves que chegavam a R$ 2,5 mil por espécime. Também eram comercializados macacos Prego e Sagui, Coruja Suindara, Jiboia Albina, tartarugas, Ouriço Pigmeu Africano, jabuti e iguanas.

A Operação Arca envolve 235 policiais civis e militares. Os agentes cumprem 44 mandados de busca e apreensão e cinco de prisão temporária.  

A quadrilha comercializava, ainda, armas longas ilícitas destinadas à caça dos animais.

Investigação

A investigação combate o tráfico e caça ilegal de animais silvestres e associação criminosa. Participam da ação policiais civis da 1ª, 2ª e 3ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana (DPRM), Grupamento Aéreo e Batalhão Ambiental da Brigada Militar, coordenados pela delegada Tatiana Barreira Bastos, titular da 4ª DP de Canoas. A investigação teve inicio a partir de denúncias da Ong Reprass. A operação é realizada após 6 meses de apuração. 

Segundo a delegada Tatiana, “a operação representou a maior ofensiva ao tráfico e caça ilegal de animais silvestres da região metropolitana e Vale dos Sinos de todos os tempos, fruto de meses de investigação e monitoramento das atividades criminosas dos líderes da organização criminosa responsável também pela comercialização de armas de fogo utilizadas para a caça ilegal."

O diretor da 2ª DPRM, delegado Mario Souza, destaca que “a Operação Arca é fundamental para inibir a ação de quem comete crimes contra animais e seus resultados inventivam a população a denunciar cada vez mais este tipo de crime.”

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