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Notícias | Rio Grande do Sul BOATE KISS

Seis homens e uma mulher definirão o destino dos réus no julgamento do caso Kiss

Conselho de Sentença do Tribunal do Júri foi definido na manhã do primeiro dia do julgamento, em Porto Alegre

Publicado em: 01.12.2021 às 15:53 Última atualização: 01.12.2021 às 16:51

Durante a manhã do primeiro dia de julgamento do caso Kiss, nesta quarta-feira (1º), o juiz presidente, Orlando Faccini Neto, realizou o sorteio dos jurados.

As 65 pessoas que haviam sido sorteadas previamente nos dias 3, 17 e 24 de novembro compareceram no Foro para participar da seleção. O magistrado fez a chamada de 25 nomes, que foram para uma urna. Sete deles, seis homens e uma mulher, foram definidos para compor o Conselho de Sentença do Tribunal do Júri.

Seis homens e uma mulher foram definidos para compor o Conselho de Sentença do Tribunal do Júri
Seis homens e uma mulher foram definidos para compor o Conselho de Sentença do Tribunal do Júri Foto: TJRS

Chegaram a ser sorteadas sete mulheres, mas apenas uma confirmou-se como jurada. As demais foram recusadas pelas defesas. Cada defesa recusou três nomes. Essas recusas são imotivadas, ou seja, a lei não exige que os advogados apresentem uma justificativa.

Após o sorteio, os jurados selecionados puderam fazer contato com os seus familiares por uma última vez, antes de ficarem incomunicáveis. Durante o período de julgamento, eles não podem ter acesso a telefone, redes sociais, internet e nem se manifestar sobre o processo.

Ao final do julgamento, o Conselho de Sentença irá responder aos quesitos, decidindo pela absolvição ou não dos réus. Em caso de condenação, caberá ao Juiz Presidente fixar a pena. A decisão do júri é soberana, não podendo ser mudada.

Réus

Os quatro réus, Elissandro Spohr e Mauro Hoffmann, sócios da Kiss, o músico Marcelo de Jesus dos Santos e o produtor Luciano Bonilha acompanharam a sessão ao lado dos seus defensores. Luciano chegou a passar mal na chegada ao Foro Central I, onde é realizado o julgamento, e precisou de atendimento médico.

Eles respondem pelo crime de homicídio simples com dolo eventual consumado, no caso dos 242 mortos, e tentado, em relação aos 636 feridos no incêndio, que aconteceu em 27 de janeiro de 2013.

Neste primeiro momento do julgamento, os familiares das vítimas não estiveram presentes. Apenas participaram representantes do Ministério Público, das defesas e da imprensa.

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